segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Ouça
Eryka Badu, Jill Scott e Macy Gray.
E logo Kate Nash, Lily Allen e Amy Whinehouse.
As minhas meninas...
E logo Kate Nash, Lily Allen e Amy Whinehouse.
As minhas meninas...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Entre o aqui e o além
"A morte muito me agrada"
E escrevia isso no blog de uma amiga e pensava:
Sim? Me agrada? Acho que sim...
Meu pai se me ouvisse falando isso diria "Quem acha, não sabe nada".
E eu não sei mesmo. Mas continuo achando que sim.
Ruim não é pra quem fica?
Quem vai, foi.
Adiante. Pra frente, avante.
Não?
Não sei, nunca morri....
Então, que relacionado a isso..
O condiscípulo da vez é Saramago e "As Intermitências da Morte".
"De repente, a morte suspendeu suas atividades no país. A nação se embaindeirou: tinha sido escolhida para a imortalidade, depois de milênios de sofrimento e sujeição à "indesejada das gentes". Ano novo, vida eterna, porque desde 1º de janeiro ninguém mais morria nesse estranho canto do mundo"
O livro básicamente fala disso.
E a morte, que é moça cheia de sentimentos e quereres, muito ofendida pela incompreensão de todos, se vinga.
Os hospitais lotam de moribundos, os idosos continuam ai, sem sossego, o primeiro ministro tem uma colapso, a igreja está em crise ("sem morte não há ressureição e sem ressureição não há igreja") e surge uma organização secreta para se aproveitar de toda a situação...
Além de tudo, a morte moderninha que é, usa os meios de comunicação para se apresentar.
E quer até mandar email, a danadinha...
E escrevia isso no blog de uma amiga e pensava:
Sim? Me agrada? Acho que sim...
Meu pai se me ouvisse falando isso diria "Quem acha, não sabe nada".
E eu não sei mesmo. Mas continuo achando que sim.
Ruim não é pra quem fica?
Quem vai, foi.
Adiante. Pra frente, avante.
Não?
Não sei, nunca morri....
Então, que relacionado a isso..
O condiscípulo da vez é Saramago e "As Intermitências da Morte".
"De repente, a morte suspendeu suas atividades no país. A nação se embaindeirou: tinha sido escolhida para a imortalidade, depois de milênios de sofrimento e sujeição à "indesejada das gentes". Ano novo, vida eterna, porque desde 1º de janeiro ninguém mais morria nesse estranho canto do mundo"
O livro básicamente fala disso.
E a morte, que é moça cheia de sentimentos e quereres, muito ofendida pela incompreensão de todos, se vinga.
Os hospitais lotam de moribundos, os idosos continuam ai, sem sossego, o primeiro ministro tem uma colapso, a igreja está em crise ("sem morte não há ressureição e sem ressureição não há igreja") e surge uma organização secreta para se aproveitar de toda a situação...
Além de tudo, a morte moderninha que é, usa os meios de comunicação para se apresentar.
E quer até mandar email, a danadinha...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Centro de Arte Reina Sofia
Fui.Vá...
Não perca.
Adorei!
Vi Dalí de perto e dali não queria mais sair. É muito mais que surreal...
Miró me encanta. Mínimo, simples e belo.
Picasso então, nem comento. Impossível não se emocionar (Tá.. eu sou uma manteiga derretida, mesmo).
E Man Ray que tanto me inspirou no meu artigo final da pós também lá está. Olhos, olhando pra mim...
Poderia ter ficado horas e horas e horas em cada obra, analisando todas as particularidades, tentando imaginar o que se passava nessas (e outras que também por ali se encontram) cabeças insanas.
Fui como que sugada num túnel que muito ventava e anestesiada ainda permaneço...
E Man Ray que tanto me inspirou no meu artigo final da pós também lá está. Olhos, olhando pra mim...
Poderia ter ficado horas e horas e horas em cada obra, analisando todas as particularidades, tentando imaginar o que se passava nessas (e outras que também por ali se encontram) cabeças insanas.
Fui como que sugada num túnel que muito ventava e anestesiada ainda permaneço...
PS: A imagem é "Hombre con pipa" de Joan Miró.
sábado, 19 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
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