sábado, 25 de julho de 2009

Quid pro quo

Aquela noite, de volta à casa de um dia duro, duríssimo (depois de uma noite de festa, pouco sono, ressaquinha num calor de 37 graus) me abriguei no meu quarto e decidi ler a primeiras linhas do meu novo amigo.
Antes de me dar conta, caí dentro, sem remédio.

Recomendo: As sombras do vento, Carlos Ruiz Zafón.

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