Aquela noite, de volta à casa de um dia duro, duríssimo (depois de uma noite de festa, pouco sono, ressaquinha num calor de 37 graus) me abriguei no meu quarto e decidi ler a primeiras linhas do meu novo amigo. Antes de me dar conta, caí dentro, sem remédio.
Recomendo: As sombras do vento, Carlos Ruiz Zafón.
Nenhum comentário:
Postar um comentário