terça-feira, 11 de agosto de 2009

Recordação

Esse domingo, como quatro ou cinco vezes ao ano, lembrei de ti.
Pensei na tua pessoa, na maneira bonita como me contaram coisas e da decisão que tomaste naquele dia sem pensar em mim e nem em ninguém.

Me perguntei o por que da nossa relação não levo muito?
E cheguei a conclusão que talvez seja pela poucas primaveras de então; o tempo transcorrido desde; o fato de nunca ter querido saber muito sobre; também porque o clã não é nem nunca foi e sobretudo porque alguém ocupou esse vagão.

Nunca tinha pensado no teu lar pela ótica do livro (Zafón, ainda) “[...] o frio, o vazio e a fúria daquele lugar, o horror do seu silêncio, dos rostos aprisionados em velhos retratos abandonados à companhia das velas e flores mortas”

Porque os laços se desfazem?

2 comentários:

Cy disse...

Tah escrevendo monstrosamente bem senhorita!!!

Muito bom esse texto... descreve muito bem esse sentimento que carregamos com a gente a vida inteira!!

Te amo!! Beijinhus!!

Viviane disse...

Arrepio e lágrimas nos olhos ao ler isso.
Beijos Pri amada