Esse domingo, como quatro ou cinco vezes ao ano, lembrei de ti.
Pensei na tua pessoa, na maneira bonita como me contaram coisas e da decisão que tomaste naquele dia sem pensar em mim e nem em ninguém.
Me perguntei o por que da nossa relação não levo muito?
E cheguei a conclusão que talvez seja pela poucas primaveras de então; o tempo transcorrido desde; o fato de nunca ter querido saber muito sobre; também porque o clã não é nem nunca foi e sobretudo porque alguém ocupou esse vagão.
Nunca tinha pensado no teu lar pela ótica do livro (Zafón, ainda) “[...] o frio, o vazio e a fúria daquele lugar, o horror do seu silêncio, dos rostos aprisionados em velhos retratos abandonados à companhia das velas e flores mortas”
Porque os laços se desfazem?
2 comentários:
Tah escrevendo monstrosamente bem senhorita!!!
Muito bom esse texto... descreve muito bem esse sentimento que carregamos com a gente a vida inteira!!
Te amo!! Beijinhus!!
Arrepio e lágrimas nos olhos ao ler isso.
Beijos Pri amada
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