Dia 26 de abril, sexta-feira passada, foi o dia do livro aqui em Madrid.
E foi então que ganhei um, de um tipo muuuuuito estranho, com um tique nervoso engraçadíssimo, gente boa pra caramba que trabalha comigo.
Logo, tirando toda a graça, me confidenciou que tinha encontrado no chão justo na entrada do bar que trabalhamos.
Mas, isso é só um detalhe.
E foi então que ganhei um, de um tipo muuuuuito estranho, com um tique nervoso engraçadíssimo, gente boa pra caramba que trabalha comigo.
Logo, tirando toda a graça, me confidenciou que tinha encontrado no chão justo na entrada do bar que trabalhamos.
Mas, isso é só um detalhe.
Em uma teitada, antes de dormir, li o livro.
Achei bem legalzinho.
O livro é simples, infanto-juvenil, mas a trama e o drama, me comoveram.
Frio como Pedra, foi vencedor do prêmio Carnegie em 94 e escrito por Robert Swindells.
O que eu curti também é que o livro é uma obra auto biográfica.
Achei bem legalzinho.
O livro é simples, infanto-juvenil, mas a trama e o drama, me comoveram.
Frio como Pedra, foi vencedor do prêmio Carnegie em 94 e escrito por Robert Swindells.
O que eu curti também é que o livro é uma obra auto biográfica.
Conta a história de Link, um menino do interior da Inglaterra, que por problemas familiares vai à Londres, tentar mudar de vida.
Busca trabalho, sem sucesso e quase sem dinheiro abandona o quarto que havia alugado e decidi assumir o risco de viver como mendigo, esmolando.
Graças a Ginger, seu novo amigo, consegue sobreviver nas ruas da cidade.
Mas, um dia Ginger desaparece, como outros sem tetos.
Link suspeita de que exista um assassino em série.
Um assassino de indigentes.
Busca trabalho, sem sucesso e quase sem dinheiro abandona o quarto que havia alugado e decidi assumir o risco de viver como mendigo, esmolando.
Graças a Ginger, seu novo amigo, consegue sobreviver nas ruas da cidade.
Mas, um dia Ginger desaparece, como outros sem tetos.
Link suspeita de que exista um assassino em série.
Um assassino de indigentes.
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